Abre a janela e a porta,
Que a falta de esperança nos deixou,
olha esse sol que vem pela manhã
olha essa flores que falam de amor.
O recomeço é ponto de partida,
e a partida é começo sem fim,
hoje a manchete dos jornais,
falavam de flores e de paz.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Tranquilidade
Faz da vida a poesia,
e do caminho estreito,
mil possibilidades...
de recomeçar.
Fui surpreendido pela manhã,
deixei minha preocupação,
ae ver que um passarinho cantava feliz,
sem se preocupar com a vida.
Essa simplicidade,
me faz tão feliz,
Deixar o amanhã chegar,
e passar outra vez.
e do caminho estreito,
mil possibilidades...
de recomeçar.
Fui surpreendido pela manhã,
deixei minha preocupação,
ae ver que um passarinho cantava feliz,
sem se preocupar com a vida.
Essa simplicidade,
me faz tão feliz,
Deixar o amanhã chegar,
e passar outra vez.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Humano
Entre desventura e esperança,
pode ser...
muito pequena a distância.
As vezes a vida não diz,
por mais que se pergunte...
E a gente continua seguindo,
sem resposta esse destino.
Deixe-me ser um ser humano,
Chorar pela tristeza,
Não me fale de vitória,
até a alegria do amanhacer chegar.
pode ser...
muito pequena a distância.
As vezes a vida não diz,
por mais que se pergunte...
E a gente continua seguindo,
sem resposta esse destino.
Deixe-me ser um ser humano,
Chorar pela tristeza,
Não me fale de vitória,
até a alegria do amanhacer chegar.
domingo, 13 de junho de 2010
Por acaso

O cheiro de café,
acompanhado do por do sol...
Esperando você chegar,
pra te contar qualquer bobagem...
Pra gente dormir...
com alguma esperança no novo dia que virá...
Lembrei uma velha canção,
ao pegar por acaso no violão...
E vi você sorrir,
de qualquer coisa sem sentido...
Amanhã vou rever amigos...
Ouvir história de velhinhos...
Comer uma broa de fubá quentinha...
E quem sabe folhear o livro que não terminei.
E o que der errado,
a gente pode superar,
com lágrimas ou sorrisos...
Hoje eu sei que te amo,
que minha vida faz sentido.
Palavras

As palavras e seus sentidos,
abastança as vezes é abastardar,
abandono...
abandidar.
Abiogênese não é abiose,
mas pode ser abade.
Quem abismar,
pode ser abismal,
e se perder nesse abismo,
que é mais profundo que o abissal.
Ablução é só corpo,
mas a alma pode ser abnegada,
abolição é do espírito,
quando existe absolvição.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
A vida

A vida vive tentando dizer,
que complico a simplicidade,
atropelo com palavras,
o momento do silêncio.
A vida vive pedindo,
pra eu voltar naquele tempo,
e refletir por um segundo,
refazer meus pensamentos.
A vida procura um tempo,
o mundo não quer parar de girar,
não quer deixarque eu veja as flores,
que nasceram ontem no meu quintal.
Mas um dia vou fugir,
subir outra vez naquela montanha,
deixar a vida descansar,
e refazer meu caminho.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Noite
Nessa noite confusa,
pensei em tanta coisa,
pensei na vida inteira,
e não vi nenhum sentido.
Eu desenhei o sol na janela,
acendi lâmpada
e uma vela,
mas nada trouxe paz.
Em meio a noite escura,
quem espera o sol...
não procura claridade,
procura esperança e um novo dia!
pensei em tanta coisa,
pensei na vida inteira,
e não vi nenhum sentido.
Eu desenhei o sol na janela,
acendi lâmpada
e uma vela,
mas nada trouxe paz.
Em meio a noite escura,
quem espera o sol...
não procura claridade,
procura esperança e um novo dia!
terça-feira, 13 de abril de 2010
Despedida
O que hoje despedaça…
Já foi o nascer do sol,
O sorriso da chegada,
E o amigo aperto de mãos.
Entre tantos entretantos,
Escorre pelos dedos,
Escorre pelos olhos
EScorre pela vida...
Custa tempo pra saber,
Qual o preço de um sorriso,
Custa caro sorrir,
Apesar da despedida.
E quem nunca se despediu?
Já foi o nascer do sol,
O sorriso da chegada,
E o amigo aperto de mãos.
Entre tantos entretantos,
Escorre pelos dedos,
Escorre pelos olhos
EScorre pela vida...
Custa tempo pra saber,
Qual o preço de um sorriso,
Custa caro sorrir,
Apesar da despedida.
E quem nunca se despediu?
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Abstrato
Queria abraçar o mundo,
Com cadarços desamarrados,
Sentir o frio do abando,
De dentro do meu armário.
Andei mil léguas,
Sem realmente dar um passo,
Fui tão longe,
Pra ver que preciso entrar dentro de mim.
Procurei tantas formas,
Para apenas perceber…
Meu sentimento é abstrato.
Com cadarços desamarrados,
Sentir o frio do abando,
De dentro do meu armário.
Andei mil léguas,
Sem realmente dar um passo,
Fui tão longe,
Pra ver que preciso entrar dentro de mim.
Procurei tantas formas,
Para apenas perceber…
Meu sentimento é abstrato.
Controle
Vai devagar,
Independe do tempo,
É o “vento” que sopra,
Caminho “impreciso”.
Acelera,
Pressa…
Perigo…
Perdido!
Volta,
Arrepende, entrega,
Reconhece,
Eternidade!
Independe do tempo,
É o “vento” que sopra,
Caminho “impreciso”.
Acelera,
Pressa…
Perigo…
Perdido!
Volta,
Arrepende, entrega,
Reconhece,
Eternidade!
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Alto São José

Aquela casinha,
Que guarda um universo de simplicidade,
E é o ventre da nostalgia,
Hoje é crescida em mim…
As vezes fujo até lá,
Pra sentir a pureza da tarde,
Que tantas vezes marcou a varanda,
Na infância que não volta mais.
Aquela casinha,
Com o teto de amor,
Despertava o meu amanhacer,
Marcava a vida…
Agora é só um refúgio,
Um aperto no coração,
A lembrança de dois velhinhos,
E essa inspiração.
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